• A Reserva Federal (Fed) subiu a taxa de juro em 25 pontos base para 3,75% - 4,0%, procurando acelerar o regresso da inflação ao objetivo de 2%. A decisão foi unânime e a maioria dos membros sinalizou uma subida adicional em 2026, num contexto de mercado de trabalho e atividade económica robustos, a par dos riscos para a inflação.
• O Banco Central Europeu aumentou as taxas de juro em 25 pontos base. Lagarde não deu indicações sobre a trajetória futura das taxas, mas o BCE passou a prever inflação acima do objetivo durante mais tempo, embora sem evidência de efeitos indiretos ou de segunda ordem do choque energético.
• O Banco do Japão subiu a taxa juro em 25 pontos base para 1,25%. O Banco de Inglaterra manteve taxa, mas sinalizou potencial subida se os preços da energia não descerem.
• Líderes do setor tecnológico apelaram a um abrandamento no desenvolvimento da IA, mas o otimismo renovou-se após novos avanços e lançamento de modelos pela Meta e OpenAI.
• PMIs subiram, sobretudo nos EUA, mas também na Europa, reforçando as expetativas de resiliência da economia global, embora mantendo os receios quanto à persistência da inflação.
Fonte: Bloomberg.