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Resumo Mensal Em julho os mercados de capitais registaram uma maior volatilidade num contexto marcado pelo aumento das tensões entre os EUA e o Irão que impulsionou brevemente a subida dos preços do petróleo e reacendeu os receios de uma escalada inflacionista, suscetível de levar os bancos centrais a adotar uma política monetária mais restritiva. Com a diminuição das preocupações geopolíticas, os resultados empresariais voltaram a ganhar destaque impulsionados por fortes números e pela pressão crescente dos investidores para que os elevados investimentos em IA se traduzam num crescimento sustentável dos lucros. Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou 0,1%, enquanto o Nasdaq caiu 6,6%, penalizado sobretudo pela correção nalgumas grandes tecnológicas e pela subida da yield de longo prazo. A Europa demonstrou maior resiliência, o Euro Stoxx 50 registou um ganho de 0,5%, enquanto o DAX se destacou com uma valorização de cerca de 2,5%, beneficiando de resultados corporativos globalmente positivos. Os mercados emergentes sofreram com o dólar mais forte e com a aversão ao risco geopolítico, num mês em que os ativos de refúgio penalizaram os ativos de maior risco. Nas mercadorias, o Brent disparou cerca de 24%, terminando o mês perto dos 90 dólares por barril, o maior ganho mensal desde março, refletindo o agravamento das tensões no Estreito de Ormuz. O Ouro registou um ganho mais modesto, de cerca de 1%. No mercado cambial, o euro valorizou cerca de 0,9% face ao dólar, fechando perto de 1,153. Nos Estados Unidos, a Reserva Federal, sob a liderança de Kevin Warsh, manteve a taxa diretora inalterada em 3,75%, pela quinta reunião consecutiva. A decisão não foi consensual, com três membros a votarem contra, defendendo uma subida de 25 pontos base, evidenciando divisões internas quanto ao balanço entre a persistência da inflação e o arrefecimento do mercado laboral. Os dados mais recentes de inflação mostraram melhoria ligeira, com o CPI a recuar para 3,5% homólogos e o PCE a descer para 3,7% face aos 4,1% de maio, ainda bem acima do objetivo de 2%. O agravamento do conflito no Médio Oriente ameaça inverter esta melhoria transitória. Os indicadores PMI reforçaram o sinal de resiliência, com o Compósito nos 54,5 pontos, os Serviços em 54,6 e a Indústria em 53,9, todos em território de expansão. A época de resultados do segundo trimestre revelou-se globalmente positiva, com destaque para os setores tecnológico e financeiro, não obstante exceções pontuais entre as grandes tecnológicas, que recordaram aos investidores que o otimismo em torno da Inteligência Artificial não deve ser considerado adquirido. Na Zona Euro, o BCE manteve as taxas de referência inalteradas, com a taxa de depósito em 2,25%, após a subida de junho, com Christine Lagarde a manter vigilância e a deixar em aberto um novo aumento em setembro. A inflação acelerou para 2,9% em julho, enquanto o PIB do segundo trimestre surpreendeu pela positiva, com crescimento de 0,4%, o ritmo mais forte desde início de 2025. Os PMI confirmaram esta resiliência: o Compósito situou-se nos 52 pontos, os Serviços em 51,7 e a Indústria em 51,9, mantendo o bloco em expansão. No plano geopolítico, o cessar-fogo entre os EUA e o Irão revelou-se mais frágil do que antecipado, com escalada de hostilidades nas últimas semanas de julho, incluindo novos ataques dos EUA a alvos iranianos e incidentes no Estreito de Ormuz, que impulsionaram a subida do petróleo. As negociações prosseguem, mas a normalização da região permanece incerta. Para agosto, o foco deverá centrar-se na conclusão da época de resultados, na evolução da inflação e do emprego, que ganham relevância perante a divisão interna da Fed, e no acompanhamento da situação no Médio Oriente. Na Europa, a atenção mantém-se sobre a capacidade do BCE de equilibrar a inflação e a resiliência do crescimento. A atividade económica saudável e o forte crescimento dos lucros têm sustentado os mercados acionistas, no entanto a incerteza geopolítica e riscos comerciais continuam a demonstrar que é essencial manter uma carteira de investimento diversificada. |
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Variação Mensal dos Principais Ativos Financeiros
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Certificados sobre ações e mercadorias
Os Certificados Millennium bcp podem ser adquiridos através de PIC, Plano de Investimento em Certificados, na App Millennium, de forma faseada e planeada, a médio e longo prazo. Para mais informação consulte a Apresentação PIC no site Millennium bcp. 1As performances de prazos superiores a um ano são anualizadas. Performances calculadas com base no preço de fecho em bolsa dos Certificados (17h30, exceto PSI que encerra às 16h30). Em datas anteriores à data de emissão dos Certificados, as rendibilidades são calculadas com base nos valores dos ativos subjacentes e incluem já o custo de gestão. A Volatilidade anualizada foi calculada tendo por base observações semanais dos últimos cinco anos. Rendibilidades passadas não constituem garantia de rendibilidades futuras. Fonte: Millennium bcp, Bloomberg Finance LP. |
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Certificados Estratégia de Alocação
1Bloomberg Euro-Aggregate Corporate Total Return Index (Índice de Obrigações) 2MSCI All Country World Index (ACWI) Net Total Return EUR (Índice de Ações) 3As performances de prazos superiores a um ano são anualizadas. Performances calculadas com base no preço de fecho em bolsa dos Certificados (16h30). Em datas anteriores à data de emissão dos Certificados, as rendibilidades são calculadas com base nos valores dos índices subjacentes e incluem já o custo de gestão. A Volatilidade anualizada foi calculada tendo por base observações semanais dos últimos cinco anos. Rendibilidades passadas não constituem garantia de rendibilidades futuras. Fonte: Millennium bcp, Bloomberg Finance LP.
Os Certificados Estratégia de Alocação correspondem a uma família de 5 Certificados Multi-Ativos com 5 perfis de investimento. Estes Certificados replicam o comportamento dos índices mundiais de obrigações e ações subjacentes nas proporções pré-definidas, deduzido do Custo de Gestão e com rebalanceamento semestral. A compra e venda dos Certificados é feita a preços de mercado, em bolsa e em tempo real, atuando o Millennium bcp como Fornecedor de Liquidez. |
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Indicadores de Mercado
Fonte: Millennium bcp, Bloomberg Finance LP. EPS (Earnings Per Share) = Estimativa de Consenso de Resultado por Ação por unidade de índice *PER Relativo = PER S&P500 / PER Euro Stoxx 50 |
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Este produto não é simples e a sua compreensão poderá ser difícil. Este produto não prevê qualquer proteção contra o comportamento futuro do mercado, pelo que poderá perder uma parte ou a totalidade do seu investimento. Não dispensa a consulta dos respetivos Documentos de Informação Fundamental, bem como da Ficha Técnica e Nota Técnica de Admissão à Negociação dos Certificados disponíveis em www.millenniumbcp.pt. Este documento é meramente informativo e não constitui qualquer tipo de recomendação, nem dispensa um julgamento informado por parte dos seus destinatários. A informação contida neste documento foi obtida de fontes fidedignas, não sendo o Banco Comercial Português, S.A. responsável pela sua exatidão. Este e-mail é apenas informativo, não responda a este endereço. Estes e-mails não permitem o acesso direto ao Site do Millennium bcp, não incluem atalhos (links)* nem são utilizados para solicitar quaisquer elementos identificativos ou códigos de acesso. Se não pretende receber e-mails do tema em epígrafe, envie um e-mail para a caixa: certificados@millenniumbcp.pt com o assunto "Remover Newsletter Certificados". *Alguns serviços de e-mail assumem, automaticamente, links em certas palavras, sem qualquer responsabilidade por parte do Millennium bcp. BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A., com sede na Praça D. João I, 28, Porto, com o Capital Social de 3.000.000.000,00 Euros, matriculada na Conservatória do Registo Comercia l do Porto, com o número único de matr ícula e de identificação fiscal 501 525 882. |
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