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Resumo Mensal Agosto foi um mês positivo nos mercados acionistas globais, um desempenho que contrariou a sazonalidade historicamente desfavorável do período e que refletiu a conjugação de dados de inflação mais amenos, resultados corporativos robustos e o otimismo persistente em torno da Inteligência Artificial, fatores que se sobrepuseram à volatilidade geopolítica ainda latente no Médio Oriente. Neste contexto, o S&P 500 valorizou em 2,6%, atingindo um novo máximo histórico de 7816,70 pontos a meio do mês, enquanto o Nasdaq avançou 4,2%, com a liderança tecnológica a ser retomada. A Europa acompanhou o movimento, o Euro Stoxx 50 subiu cerca de 1%, atingindo um máximo histórico acima dos 6570 pontos, e o DAX valorizou aproximadamente 2,5%, também em máximos históricos. Os mercados emergentes prolongaram a sua trajetória de valorização, beneficiando da fraqueza do dólar. Nas mercadorias, o Brent foi oscilando ao longo de agosto, terminando o mês praticamente estável, ainda que já em ligeira subida nos primeiros dias de setembro, devido à escalada das hostilidades no Estreito de Ormuz. O ouro foi o destaque do mês, valorizando cerca de 10%, o seu melhor desempenho mensal desde janeiro, impulsionado pelo anúncio do Tesouro norte-americano de reforçar as recompras de dívida de longo prazo, por dados de inflação mais amenos e pela persistente incerteza geopolítica. No mercado cambial, o euro manteve-se relativamente estável face ao dólar, próximo dos 1,16. Nos Estados Unidos, a Reserva Federal não teve reunião de política monetária em agosto, mas o mês foi marcado pelo Simpósio de Jackson Hole, onde o presidente Kevin Warsh proferiu um discurso mais assertivo do que a comunicação ambígua da reunião de julho, reafirmando o objetivo de inflação PCE de 2%, com alguma preocupação a persistir em torno da leitura de 3,7% registada em julho. Os dados de emprego, vieram reforçar essa leitura mais assertiva, a criação de emprego em agosto surpreendeu fortemente as expetativas, com 162 mil novos postos de trabalho, a taxa de desemprego manteve-se estável nos 4,1%. Este resultado, que contrasta com a contração de 21 mil postos registada em julho, reforçou as apostas numa subida de taxas já na reunião de setembro. Já os indicadores de atividade surpreenderam pela positiva, com o PMI Compósito a confirmar-se nos 56 pontos em agosto, o valor mais elevado desde abril de 2022, impulsionado sobretudo pelos serviços, cujo indicador se fixou nos 56,5 pontos, o maior nível desde dezembro de 2020. O setor industrial, com uma leitura de 53,9, mostrou sinais de desaceleração relativamente ao mês anterior. Na Zona Euro, os indicadores PMI reforçaram o quadro de resiliência, com o Compósito a confirmar-se nos 52 pontos em agosto, estável face a julho, com o setor industrial a acelerar para os 52,7 pontos, o valor mais elevado desde maio de 2022, enquanto os serviços abrandaram ligeiramente para 51,6 pontos. A inflação acelerou para 3,3% em agosto, o valor mais alto desde setembro de 2023, penalizada pela subida dos preços energéticos, reforçando as expetativas de que o BCE possa proceder a uma nova subida de taxas na reunião de setembro, cenário atualmente antecipado pela maioria dos analistas. No plano geopolítico, o final de agosto ficou marcado pela reacender do conflito no Estreito de Ormuz, com ataques dos EUA a lançadores iranianos na ilha de Larak e retaliação do Irão contra bases norte-americanas na Jordânia, num quadro que permanece imprevisível. Para setembro, a atenção dos mercados centrar-se-á na reunião da Fed de 16 de setembro, que decorre num contexto de crescente probabilidade de subida de taxas após o tom mais assertivo de Warsh em Jackson Hole, bem como numa possível decisão do BCE de reforçar a sua taxa de referência, atualmente antecipada pela larga maioria dos analistas. O acompanhamento da situação no Estreito de Ormuz mantém-se essencial, dado o carácter volátil da escalada das últimas semanas e o seu impacto direto nos preços da energia e nas expetativas de inflação em ambos os lados do Atlântico, o que reforça a importância de manter uma carteira de investimentos bem diversificada. |
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Variação Mensal dos Principais Ativos Financeiros
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Certificados sobre ações e mercadorias
Os Certificados Millennium bcp podem ser adquiridos através de PIC, Plano de Investimento em Certificados, na App Millennium, de forma faseada e planeada, a médio e longo prazo. Para mais informação consulte a Apresentação PIC no site Millennium bcp. 1As performances de prazos superiores a um ano são anualizadas. Performances calculadas com base no preço de fecho em bolsa dos Certificados (17h30, exceto PSI que encerra às 16h30). Em datas anteriores à data de emissão dos Certificados, as rendibilidades são calculadas com base nos valores dos ativos subjacentes e incluem já o custo de gestão. A Volatilidade anualizada foi calculada tendo por base observações semanais dos últimos cinco anos. Rendibilidades passadas não constituem garantia de rendibilidades futuras. Fonte: Millennium bcp, Bloomberg Finance LP. |
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Certificados Estratégia de Alocação
1Bloomberg Euro-Aggregate Corporate Total Return Index (Índice de Obrigações) 2MSCI All Country World Index (ACWI) Net Total Return EUR (Índice de Ações) 3As performances de prazos superiores a um ano são anualizadas. Performances calculadas com base no preço de fecho em bolsa dos Certificados (16h30). Em datas anteriores à data de emissão dos Certificados, as rendibilidades são calculadas com base nos valores dos índices subjacentes e incluem já o custo de gestão. A Volatilidade anualizada foi calculada tendo por base observações semanais dos últimos cinco anos. Rendibilidades passadas não constituem garantia de rendibilidades futuras. Fonte: Millennium bcp, Bloomberg Finance LP.
Os Certificados Estratégia de Alocação correspondem a uma família de 5 Certificados Multi-Ativos com 5 perfis de investimento. Estes Certificados replicam o comportamento dos índices mundiais de obrigações e ações subjacentes nas proporções pré-definidas, deduzido do Custo de Gestão e com rebalanceamento semestral. A compra e venda dos Certificados é feita a preços de mercado, em bolsa e em tempo real, atuando o Millennium bcp como Fornecedor de Liquidez. |
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Indicadores de Mercado
Fonte: Millennium bcp, Bloomberg Finance LP. EPS (Earnings Per Share) = Estimativa de Consenso de Resultado por Ação por unidade de índice *PER Relativo = PER S&P500 / PER Euro Stoxx 50 |
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Este produto não é simples e a sua compreensão poderá ser difícil. Este produto não prevê qualquer proteção contra o comportamento futuro do mercado, pelo que poderá perder uma parte ou a totalidade do seu investimento. Não dispensa a consulta dos respetivos Documentos de Informação Fundamental, bem como da Ficha Técnica e Nota Técnica de Admissão à Negociação dos Certificados disponíveis em www.millenniumbcp.pt. Este documento é meramente informativo e não constitui qualquer tipo de recomendação, nem dispensa um julgamento informado por parte dos seus destinatários. A informação contida neste documento foi obtida de fontes fidedignas, não sendo o Banco Comercial Português, S.A. responsável pela sua exatidão. Este e-mail é apenas informativo, não responda a este endereço. Estes e-mails não permitem o acesso direto ao Site do Millennium bcp, não incluem atalhos (links)* nem são utilizados para solicitar quaisquer elementos identificativos ou códigos de acesso. Se não pretende receber e-mails do tema em epígrafe, envie um e-mail para a caixa: certificados@millenniumbcp.pt com o assunto "Remover Newsletter Certificados". *Alguns serviços de e-mail assumem, automaticamente, links em certas palavras, sem qualquer responsabilidade por parte do Millennium bcp. BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A., com sede na Praça D. João I, 28, Porto, com o Capital Social de 3.000.000.000,00 Euros, matriculada na Conservatória do Registo Comercia l do Porto, com o número único de matr ícula e de identificação fiscal 501 525 882. |
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